Alimentos e vestuário dobram vagas em 2019

Pesquisa da Fiemg aponta dois setores da indústria da transformação com forte geradores de emprego

Pablo Santos

O volume de empregos na indústria da transformação no Centro-Oeste está abaixo neste ano quando se compara com o ano passado. No entanto, o setor de alimentos e o vestuário dobraram o número de vagas criadas. O setor de couro e calçados começou a gerar mais vagas depois de um começo de ano com números menores. No entanto, o setor de veículos, borracha e produtos químicos estão no vermelho.

Conforme os números da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), foram criadas na região 4.616 vagas de empregos na indústria no ano passado. No mesmo período deste ano, os postos de trabalho abertos nas empresas da região somam 3.914, apontou a pesquisa mensal.

O setor de couro e calçados gerou o maior volume de empregos no Centro-Oeste. Neste ano foram 1.997 oportunidades; no ano passado foram 1.859 vagas de trabalho na cidade.

O segmento de alimentos melhorou o número de empregos. No ano passado foram 574 vagas criadas e, no mesmo período de 2019, foram abertas 1.101 oportunidades formais.

A indústria do vestuário e acessórios quase dobrou o volume de oportunidades formais de emprego passando de 275 no ano passado para 506 neste ano, apontou os dados da Fiemg.

O segmento de produtos de metal apresentou resultados positivos neste ano quando se compara 2018 com saldo negativo. De acordo com a pesquisa, de janeiro a setembro foram cortadas 22 oportunidades no setor. Neste ano foram 222 vagas criadas.

Negativo

Dos 25 setores da indústria da transformação gerados de empregos, três estão com números negativos. O setor de veículos automotores fechou 425 vagas neste ano até setembro. No ano passado, foram criadas 451 oportunidades formais. O segmento de borracha/plástico encerrou 220 vagas neste ano e o de produtos químicos, outras 194.

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