A razão do ódio

 

É uma pena que a chuva que caiu ontem na cidade tenha apenas molhado um pouco da quantidade de asneiras surgidas durante a semana, principalmente depois do (des)encontro da última segunda-feira, com o candidato Bolsonaro sendo inquirido por uma gleba de meninos/jornalistas que pertencem a grandes grupos de comunicação – como “Veja”, “Globo”, “Estadão” etc. através de um programa que tinha tudo para ser espetáculo de grandeza para os eleitores do país.

Espetáculo realmente foi, mas de muita pobreza – tanto intelectual quanto profissional. Os meninos que se diziam jornalistas queriam massacrar uma pessoa que foi, de forma gentil, responder a perguntas sobre uma candidatura presidencial.

Quando se pensava que tudo iria ter uma postura de metas e ações futuras, as crianças entrevistadoras, agora na função de inquisidoras, começaram a dissertar sobre a vida do político, com afirmações grotescas e sem sentido. Ou será que interessa ao eleitor que o candidato foi processado algumas vezes por dizer com certa maldade verdades que ninguém gosta de ouvir?

Claro que não, pois quem estava diante da televisão esperava que a TV Cultura honrasse o seu nome e trouxesse um pouco de cultura/conhecimento sobre o futuro do país e não se o candidato gosta de LGBT, afrodescendente etc. Tudo isso em centenas de programas de rádio e TV, além de mídias sociais, já fora respondido milhares de vezes.

Hoje no país, o candidato Jair Bolsonaro, pelas lentes do pessoal esquerdista, aí incluídos os inquisidores desta segunda, tem todos os defeitos do mundo e não pode ser candidato. E não pode ser, porque todos sabem que ele é o nome maior das próximas eleições e que dificilmente terá uma sombra para ameaçá-lo.

De repente a revista “Época” macula o seu nome e coloca na capa a figura do capitão Bolsonaro com uma palavra no mínimo esquisita: “Xiririca”. Numa reportagem de oito páginas, tentaram destruir a imagem do menino pobre que pescava para ganhar um dinheirinho e que xiririca queria dizer “curso de água muito rápido, corredeira”.

O que ficou tanto da malfadada entrevista da TV Cultura quanto da reportagem de “Época” (agora quase em extinção for falta de leitores) foi a maldade. Na segunda-feira uma série de perguntas impróprias com o único intuito de amarrar o candidato aos títulos de homofóbico, xenofóbico, racista e outras bobagens. Já a reportagem da revista, logo na capa tenta desmistificar a figura mais popular do país na atualidade, colocando uma palavra parecida com o nome (ou apelido) do palhaço Tiririca, hoje ainda deputado por São Paulo.

Imprensa de mau gosto, que apenas quer sabotar uma candidatura em prol talvez de verbas de um outro eleito, já que o atual líder das pesquisas já disse para todo mundo ouvir que a verba da Globo, que é a dona da revista, irá cair em mais de 50%, já que haverá uma redistribuição. Já o pessoal da Cultura sabe que todos que por lá ainda habitam serão demitidos em janeiro do ano que vem. Esta é a única e possível razão do ódio.

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